INTERAÇÃO AMBIENTAL
Compreender o que acontece no nosso planeta é obrigação de todos. Por isso criei esse espaço para interações com notícias ambientais e outras.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
domingo, 5 de junho de 2011
DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE. O QUE TEMOS QUE COMEMORAR?

05 de junho dia mundial do meio ambiente. O que temos que comemorar? Muito se tem feito em defesa da preservação do Planeta Terra, porém poucos avanços de fato ocorrem principalmente nas questões do aquecimento Global.
Hoje sabemos que as emissões de gases do efeito estufa emitidos por diversas atividades humanas, bem como o desmatamento das florestas que contribui sobremaneira para o agravamento desta situação. Com o desmatamento, ocorre o aumento da liberação de carbono para a atmosfera, afetando o microclima, que influi sobre o regime de chuvas que e provocam secas e alagamentos em diversas regiões, prejudicando diretamente a população.
Recentemente foi aprovado o polêmico código florestal brasileiro que merecia um maior debate e conhecimento real das questões que afeta a população brasileira. Poucos brasileiros entendem de mudanças climática, tão pouco do que provoca e o que deve ser feito para diminuir. Faltaram maior divulgação e participação popular. Apenas os interessados em lucrar economicamente e os que foram anistiados dos desmatamentos participaram ativamente deste debate.
Na medida em que o Brasil flexibiliza as regras de compromisso com o Meio Ambiente, assumidos em Conferencias e encontros internacionais isso geral desconfianças sobre a maneira como se conduz a aplicação das politicas ambientais brasileiras.
Existe uma possibilidade de retrocesso ambiental com aprovação desse código, pois os desmatamentos irão continuar, agora com respaldo legal. Com isso todos perdem porque os fenômenos da natureza não obedece a comandos alheios a seus ciclos.
Eunice S. Sousa
Gestora Ambiental
Conselheira CONSEA-BA
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Código Florestal- Pronuciamneto da Presidente Dilma
Código florestal
Eu quero reiterar, aqui, a minha posição a respeito dessa questão. Eu não concordo que o Brasil seja um país que não tenha condição de combinar a situação de grande potência agrícola que ele é com a grande potência ambiental que ele também é. Nós temos, sim, condições de fazer isso. Por isso, eu não sou a favor da consolidação dos desmatamentos, da anistia aos desmatamentos. Eu acho que no Brasil houve uma prática que a gente não pode deixar que se repita. Muitas vezes se anistiava, por exemplo, dívidas, e novamente se anistiava dívidas, e as dívidas eram novamente anistiadas.
O desmatamento não pode ser anistiado, não por nenhuma vingança, mas porque as pessoas têm de perceber que o meio ambiente é algo muito valioso que nós temos de preservar, e que é possível preservar meio ambiente – extremamente possível –, produzir os nossos alimentos, sermos a maior… uma das maiores… Eu não vou dizer a maior porque podia parecer muita pretensão, mas nós estamos, sem sombra de dúvida, entre os maiores produtores de alimentos do mundo, e acho que seremos, nas próximas décadas, o maior produtor de alimentos.
Nós podemos fazer isso perfeitamente, preservando o meio ambiente, como temos feito sistematicamente um esforço nessa direção. Não sou a favor, não sou a favor da emenda, fui contra a aprovação da emenda e, obviamente, respeitando a posição de todos aqueles que divergem de mim, continuarei firme, defendendo a mudança dessa emenda no Senado.
Fonte: Dilma.com
Eu quero reiterar, aqui, a minha posição a respeito dessa questão. Eu não concordo que o Brasil seja um país que não tenha condição de combinar a situação de grande potência agrícola que ele é com a grande potência ambiental que ele também é. Nós temos, sim, condições de fazer isso. Por isso, eu não sou a favor da consolidação dos desmatamentos, da anistia aos desmatamentos. Eu acho que no Brasil houve uma prática que a gente não pode deixar que se repita. Muitas vezes se anistiava, por exemplo, dívidas, e novamente se anistiava dívidas, e as dívidas eram novamente anistiadas.
O desmatamento não pode ser anistiado, não por nenhuma vingança, mas porque as pessoas têm de perceber que o meio ambiente é algo muito valioso que nós temos de preservar, e que é possível preservar meio ambiente – extremamente possível –, produzir os nossos alimentos, sermos a maior… uma das maiores… Eu não vou dizer a maior porque podia parecer muita pretensão, mas nós estamos, sem sombra de dúvida, entre os maiores produtores de alimentos do mundo, e acho que seremos, nas próximas décadas, o maior produtor de alimentos.
Nós podemos fazer isso perfeitamente, preservando o meio ambiente, como temos feito sistematicamente um esforço nessa direção. Não sou a favor, não sou a favor da emenda, fui contra a aprovação da emenda e, obviamente, respeitando a posição de todos aqueles que divergem de mim, continuarei firme, defendendo a mudança dessa emenda no Senado.
Fonte: Dilma.com
quinta-feira, 26 de maio de 2011
CONFERÊNICA DE SEGURANÇA ALIMENTAR

A segurança alimentar e nutricional deixou de ser um projeto de governo e virou programa de Estado. Está na lei 11.346, de 2006. E está na Constituição Federal, que em 2010 incluiu a alimentação no campo dos direitos. É neste contexto que acontece 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, de 7 a 10 de novembro, em Salvador (BA).
Será um evento com 2.000 pessoas, entre representantes do governo e da sociedade civil, observadores e convidados nacionais e internacionais. Juntos, num exercício de participação e controle social, os participantes irão celebrar avanços e lançar um olhar sobre os desafios, como a erradicação da extrema pobreza.
Fonte: CONSEA NACIONAL
NA NATUREZA NADA SE PERDE TUDO SE TRANSFORMA
Como a fábrica de cachaça Ypióca usou o lixo da produção para ganhar dinheiro
Empresa usa bagaço da cana para produzir embalagens, alimentar gado, fazer lenha e adubar a terra.
São Paulo - No início dos anos 90, a fabricante de aguardente Ypióca se viu diante de dois problemas. Um era provocado pelo mercado de embalagens, que não deu conta de acompanhar o crescimento da indústria e teve sérias dificuldades para atender a demanda. O outro obstáculo era o acúmulo de bagaço da cana-de-açúcar que não era usado para fazer lenha – produto que a empresa também criava desde a década de 40. Essas duas dificuldades abriram caminho para a criação da unidade de papelão da Ypióca.
Com o “apagão de embalagens”, a companhia passou a fabricar todos os embrulhos de seus produtos usando o bagaço, o “lixo” da plantação de cana. Hoje, a empresa produz 450.000 toneladas de bagaço em um período de safra, de agosto a dezembro. Usando parte desse volume, a unidade de papelão e celulose fabrica 70 toneladas de bobinas de papel e caixas impressas por dia. A empresa consome de 15% a 20% da produção para acomodar os produtos das marcas Ypióca e Sapupara e vende o restante para terceiros.
A companhia não revela os valores exatos, mas, de acordo com o diretor de planejamento do Grupo Ypióca, Paulo Telles, a unidade desse novo negócio, em Pindoretama, no Ceará, rende à empresa praticamente a mesma receita gerada pela fábrica de cachaça que fica no mesmo local e, de quebra, deixa a companhia independente na produção de embalagens. “O faturamento da planta dobrou depois que começou a fabricar papelão, além da cachaça”, afirma Telles.
Economia
Essa autossuficiência também se estende à energia usada para sustentar as fábricas. Com uma lenha ecológica feita de bagaço desidratado (o chamado briquete), a companhia alimenta o fogo das caldeiras e o vapor gerado é transformado em energia elétrica, cortando em 100% os gastos da empresa com fornecimento de energia. A parte do briquete não usado nas fábricas ainda é vendida para outras empresas, para substituir a lenha originada do desmatamento.
Fonte: Exame.com
Empresa usa bagaço da cana para produzir embalagens, alimentar gado, fazer lenha e adubar a terra.
São Paulo - No início dos anos 90, a fabricante de aguardente Ypióca se viu diante de dois problemas. Um era provocado pelo mercado de embalagens, que não deu conta de acompanhar o crescimento da indústria e teve sérias dificuldades para atender a demanda. O outro obstáculo era o acúmulo de bagaço da cana-de-açúcar que não era usado para fazer lenha – produto que a empresa também criava desde a década de 40. Essas duas dificuldades abriram caminho para a criação da unidade de papelão da Ypióca.
Com o “apagão de embalagens”, a companhia passou a fabricar todos os embrulhos de seus produtos usando o bagaço, o “lixo” da plantação de cana. Hoje, a empresa produz 450.000 toneladas de bagaço em um período de safra, de agosto a dezembro. Usando parte desse volume, a unidade de papelão e celulose fabrica 70 toneladas de bobinas de papel e caixas impressas por dia. A empresa consome de 15% a 20% da produção para acomodar os produtos das marcas Ypióca e Sapupara e vende o restante para terceiros.
A companhia não revela os valores exatos, mas, de acordo com o diretor de planejamento do Grupo Ypióca, Paulo Telles, a unidade desse novo negócio, em Pindoretama, no Ceará, rende à empresa praticamente a mesma receita gerada pela fábrica de cachaça que fica no mesmo local e, de quebra, deixa a companhia independente na produção de embalagens. “O faturamento da planta dobrou depois que começou a fabricar papelão, além da cachaça”, afirma Telles.
Economia
Essa autossuficiência também se estende à energia usada para sustentar as fábricas. Com uma lenha ecológica feita de bagaço desidratado (o chamado briquete), a companhia alimenta o fogo das caldeiras e o vapor gerado é transformado em energia elétrica, cortando em 100% os gastos da empresa com fornecimento de energia. A parte do briquete não usado nas fábricas ainda é vendida para outras empresas, para substituir a lenha originada do desmatamento.
Fonte: Exame.com
sábado, 1 de maio de 2010
EMPREGOS VERDES
EMPREGO VERDE “
O que é um emprego verde?
Segundo a OIT (Organização Mundial do Trabalho), os “Empregos Verdes são trabalhos e atividades que contribuem substancialmente para preservar ou restaurar a qualidade ambiental. Isso inclui trabalhos que ajudam a proteger a biodiversidade e os ecossistemas; reduzam o consumo de energia, materiais e água através de estratégias de alta eficiência; reduzam a emissão de CO2 na economia; e minimizam e até evitam todas as formas de desperdício e poluição.”
Os Empregos Verdes conseguem minimizar a emissão de CO2, além de preservar o meio ambiente e criar empregos para pessoas pobres, com o plantio de vegetação nativa, remoção de espécies invasoras, construção de infra-estrutura para diminuir a erosão do solo, proteção de reservas e gerenciamento de bacias hidrográficas.
Diante de um cenário em que a contaminação do meio ambiente e a emissão de carbono são insustentáveis do ponto de vista econômico e social, os governos devem estimular e investir em "empregos verdes".
Essa é a principal recomendação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT),
"Empregos verdes" deve ser trabalho decente e que os trabalhadores precisam ser capacitados para o novo formato de emprego, que deve se tornar cada vez mais comum nas sociedades que pretendem ser sustentáveis.
Além disso, é recomenda que os empresários sejam preparados para avaliar o potencial para esse tipo de emprego em um empreendimento. Eles também devem receber subsídios, eco taxas e participar da venda pública de créditos de carbono para obter recursos que serão usados na geração dos "empregos verdes".
os governos devem incentivar as pesquisas de novas formas de tecnologia ambiental, promover leis que incentivem essas ações, a fim de que essa nova tendência de emprego seja de fato implementada .
O que é um emprego verde?
Segundo a OIT (Organização Mundial do Trabalho), os “Empregos Verdes são trabalhos e atividades que contribuem substancialmente para preservar ou restaurar a qualidade ambiental. Isso inclui trabalhos que ajudam a proteger a biodiversidade e os ecossistemas; reduzam o consumo de energia, materiais e água através de estratégias de alta eficiência; reduzam a emissão de CO2 na economia; e minimizam e até evitam todas as formas de desperdício e poluição.”
Os Empregos Verdes conseguem minimizar a emissão de CO2, além de preservar o meio ambiente e criar empregos para pessoas pobres, com o plantio de vegetação nativa, remoção de espécies invasoras, construção de infra-estrutura para diminuir a erosão do solo, proteção de reservas e gerenciamento de bacias hidrográficas.
Diante de um cenário em que a contaminação do meio ambiente e a emissão de carbono são insustentáveis do ponto de vista econômico e social, os governos devem estimular e investir em "empregos verdes".
Essa é a principal recomendação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT),
"Empregos verdes" deve ser trabalho decente e que os trabalhadores precisam ser capacitados para o novo formato de emprego, que deve se tornar cada vez mais comum nas sociedades que pretendem ser sustentáveis.
Além disso, é recomenda que os empresários sejam preparados para avaliar o potencial para esse tipo de emprego em um empreendimento. Eles também devem receber subsídios, eco taxas e participar da venda pública de créditos de carbono para obter recursos que serão usados na geração dos "empregos verdes".
os governos devem incentivar as pesquisas de novas formas de tecnologia ambiental, promover leis que incentivem essas ações, a fim de que essa nova tendência de emprego seja de fato implementada .
sábado, 10 de abril de 2010
EDUCAÇÃO AMBIENTAL TRANSFORMADORA

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL TRANSFORMADORA
Existem algumas diferenças entre a educação ambiental convencional da E D transformadora, a convencional refere-se aos aspectos da Ecologia, do estudo do ardo solo, da água.
A transformadora refere-se a esse contexto somado a aprendizagens das dificuldades de entender de que forma esse recursos naturais chega para me beneficiar, ou seja, de que forma a energia chega até minha casa? Quantos recursos ambientais foram perdidos?
Entender que para essa energia chegar em minha casa demandou a perda de milhares de seres vivo,animais e vegetais,desapropriações de moradias para construção das Hidrelétricas, dentre outros.
A educação ambiental transformadora, alerta para que os cidadãos reflitam a partir desse entendimento na escolhas das formas de energias alternativas ( eólica a dos ventos a solar e outras ).
Pensar a educação ambiental transformadora, é também pensar nas dimensões pedagógicas, na sociedade, nas atividades econômicas, na natureza, na mente, no corpo, matéria, espírito,razão e emoção.
Para isso, a escola como espaço de produção do conhecimento e formação de valores humanos, não pode deixar de envolver a juventude nesse contexto. Há necessidade de prepara os jovens para dar continuidade a luta socioambiental, os jovens como sujeito da transformação.
Portanto é necessário além dos conhecimentos das vertentes ambientais sociais, também aceitar desafios a como:
-Criação de redes de juventude estudantil pelo meio ambiente e sustentabilidade
-Criação de coletivos e conselhos
- Articular integrar às discussões como primeiro emprego, segundo e terceiros empregos, meio ambiente, educação, política
-Articular e influenciar para as políticas públicas.
Acreditamos na energia e magia da juventude, Como motivação para mudanças profundas no contexto PLANETÁRIO. Para isso é necessário que cada um faça sua parte, pois ser cidadão é também participar sair da inércia e de se colocar como agente de transformação evitando o conformismo e a naturalização das coisas, rebelarem-se de forma saudável na consciência e nas ações. Exigir direitos é também repensar os deveres.
Eunice Sousa
Conselheira Meio Ambiente
SEGURANÇA ALIMENTAR
EVENTO EMPOSSA NOVOS MEMBROS DE O CONSELHO DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL-CONSEA BAHIA
POSSE DOS MEMBROS DO CONSELHO
Aconteceu no dia 06 de abril de 2010 a posse dos novos Conselheiros e eleição do novo Presidente CONSEA-BA,no Hotel Sol Barra Porto da Barra-Salvador. O evento contou com as presenças do Exmº Governador Jaques Wagner, o presidente do Consea Nacional Sr. Renato Maluf e outras autoridades baianas, Dando posse à todos os membros do Conselho, entre os membros empossados encontrava-se a Srª Eunice Sousa, Conselheira, representante da Central Única dos Trabalhadores CUT-BA.
Nesta mesma data, aconteceu a primeira reunião desse conselho, para dar andamento ás atividades, dentre elas a aprovação de projetos importantes no âmbito da Segurança Alimentar e Nutricional na Bahia.
domingo, 28 de março de 2010
PEQUENAS AÇÕES!
Os impactos ambientais provocados pelas embalagens são um dos grandes desafios a serem enfrentados pela sociedade, não só pelo alto volume de geração, mas também pela periculosidade e grau de biodegradabilidade dos elementos que as compõem. Tais características levam à geração de passivos ambientais significativos, evidentemente prejudiciais para o meio ambiente e, é claro, para a população como um todo.
Está na hora de pensarmos em substituí-lo por embalagens retornáveis, como: tecidos, vidros e outros. Com pequenos Gestos estaremos contribuindo para o bem de todos nós.
FAÇA SUA PARTE!
Está na hora de pensarmos em substituí-lo por embalagens retornáveis, como: tecidos, vidros e outros. Com pequenos Gestos estaremos contribuindo para o bem de todos nós.
FAÇA SUA PARTE!
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
AQUECIMENTO GLOBAL
Hoje um dos maiores desafios da humanidade é reduzir os efeitos do aquecimento global, fenômeno que provoca várias alterações do clima, provocando catástrofes alterando a geografia mundial. Várias empresas vêm desenvolvendo programas com objetivos de contribuir para eficiência ambiental, implementando nos seus métodos de produção princípios de Redução de consumo, Reutilização de matérias, Reciclagem e Compensações das emissões de gás carbônico (3-R+C).
Uma das causas das alterações do Efeito Estufa é a emissão de CO2 na atmosfera provocada praticamente por atividades humanas. Para reduzir os impactos provocados por essas emissões o reflorestamento e recuperação da matas ciliares,dentre outras ações se faz necessário. A importância das árvores nesse processo se dá pela captura do gás carbônico da atmosfera pela fotossíntese assim, quanto menos desmatamento e maior replantio como uma das formas economicamente viável, melhor para todos nós.
Portanto, vamos fazer a nossa parte. Se aplicarmos os 3R+C em nosso cotidiano já estaremos contribuído muito com nosso Planeta para diminuição do seu aquecimento.
Uma das causas das alterações do Efeito Estufa é a emissão de CO2 na atmosfera provocada praticamente por atividades humanas. Para reduzir os impactos provocados por essas emissões o reflorestamento e recuperação da matas ciliares,dentre outras ações se faz necessário. A importância das árvores nesse processo se dá pela captura do gás carbônico da atmosfera pela fotossíntese assim, quanto menos desmatamento e maior replantio como uma das formas economicamente viável, melhor para todos nós.
Portanto, vamos fazer a nossa parte. Se aplicarmos os 3R+C em nosso cotidiano já estaremos contribuído muito com nosso Planeta para diminuição do seu aquecimento.
Assinar:
Postagens (Atom)