AMBIÇÃO E ÉTICA
O consultor de empresas e conferencista Stephen Kanitz escreveu um artigo intitulado "Ambição e Ética", que foi publicado na revista Veja, do qual extraímos algumas reflexões.
Kanitz define a ambição como sendo tudo o que você pretende fazer na vida. São seus objetivos, seus sonhos, suas resoluções.
As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora.
A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro, porque dinheiro por si só não é objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como, por exemplo, viajar pelo mundo.
Já a ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição. É tudo que você não quer fazer na luta para conseguir realizar seus objetivos. Como não roubar, não mentir ou pisar nos outros para atingir sua ambição, ou seja, é o conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão.
A maioria dos pais se preocupa bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos se preocupam quando os filhos quebram a ética.
Se o filho colou na prova, não importa desde que tenha passado de ano, o objetivo maior.
Algumas escolas estão ensinando a nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não é ética, é ambição.
Ajudar os outros deveria ser um objetivo de vida, a ambição de todos, ou pelo menos da maioria. Aprendemos a não falar em sala de aula, a não perturbar a classe, mas pouco sobre ética.
O problema do mundo é que normalmente decidimos nossa ambição antes de nossa ética, quando o certo seria o contrário.
E por quê? Por que dependendo da ambição, torna-se difícil impor uma ética que frustrará nossos objetivos.
Quando percebemos que não conseguiremos alcançar nossos objetivos, a tendência é reduzir o rigor ético, e não reduzir a ambição.
O mundo conheceu a história de uma estagiária na casa branca, que colocou a ambição na frente da ética e tirou o partido democrata do poder, numa eleição praticamente ganha, devido ao enorme sucesso da economia na sua gestão.
Não há nada de errado em ser ambicioso, desde que se defina cedo o comportamento ético.
Quando a ambição passa por cima da ética como um rolo compressor, o resultado é o que podemos acompanhar nos noticiários que ocupam as manchetes em nosso país. Assim, para mudar definitivamente essa situação, é preciso estabelecer um limite para nossa ambição não nos permitindo, em hipótese alguma, violar a ética para satisfação pessoal, em detrimento do coletivo.
Conforme ensinou Jesus, "seja o seu falar: sim, sim, não, não". Seja em que situação for.
E se estiver difícil definir se estamos agindo com ética ou não, basta imaginar como julgaríamos esse ato, se praticado por outra pessoa.
Se o condenamos é porque não é ético. Se o aprovamos e julgamos justo, então podemos seguir em frente.
Defina sua ética quanto antes possível. A ambição não pode antecedê-la, é ela que tem de preceder à sua ambição.
Equipe de Redação do Momento Espírita, baseado em artigo de Stephen Kanitz publicado na revista Veja do dia 24 de janeiro de 2001.
"Erros são, no final das contas, fundamentos da verdade. Se um homem não sabe o que uma coisa é, já é um avanço do conhecimento saber o que ela não é."
Carl Gustav Jung
Compreender o que acontece no nosso planeta é obrigação de todos. Por isso criei esse espaço para interações com notícias ambientais e outras.
domingo, 12 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
EDUCAÇÃO AMBIENTAL TRANSFORMADORA

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL TRANSFORMADORA
Existem algumas diferenças entre a educação ambiental convencional da E D transformadora, a convencional refere-se aos aspectos da Ecologia, do estudo do ardo solo, da água.
A transformadora refere-se a esse contexto somado a aprendizagens das dificuldades de entender de que forma esse recursos naturais chega para me beneficiar, ou seja, de que forma a energia chega até minha casa? Quantos recursos ambientais foram perdidos?
Entender que para essa energia chegar em minha casa demandou a perda de milhares de seres vivo,animais e vegetais,desapropriações de moradias para construção das Hidrelétricas, dentre outros.
A educação ambiental transformadora, alerta para que os cidadãos reflitam a partir desse entendimento na escolhas das formas de energias alternativas ( eólica a dos ventos a solar e outras ).
Pensar a educação ambiental transformadora, é também pensar nas dimensões pedagógicas, na sociedade, nas atividades econômicas, na natureza, na mente, no corpo, matéria, espírito,razão e emoção.
Para isso, a escola como espaço de produção do conhecimento e formação de valores humanos, não pode deixar de envolver a juventude nesse contexto. Há necessidade de prepara os jovens para dar continuidade a luta socioambiental, os jovens como sujeito da transformação.
Portanto é necessário além dos conhecimentos das vertentes ambientais sociais, também aceitar desafios a como:
-Criação de redes de juventude estudantil pelo meio ambiente e sustentabilidade
-Criação de coletivos e conselhos
- Articular integrar às discussões como primeiro emprego, segundo e terceiros empregos, meio ambiente, educação, política
-Articular e influenciar para as políticas públicas.
Acreditamos na energia e magia da juventude, Como motivação para mudanças profundas no contexto PLANETÁRIO. Para isso é necessário que cada um faça sua parte, pois ser cidadão é também participar sair da inércia e de se colocar como agente de transformação evitando o conformismo e a naturalização das coisa, rebelar-se de forma saudável na consciência e nas ações. Exigir direitos é também repensar os deveres.
Eunice Sousa
Conselheira Meio Ambiente
CUT- BAHIA
Existem algumas diferenças entre a educação ambiental convencional da E D transformadora, a convencional refere-se aos aspectos da Ecologia, do estudo do ardo solo, da água.
A transformadora refere-se a esse contexto somado a aprendizagens das dificuldades de entender de que forma esse recursos naturais chega para me beneficiar, ou seja, de que forma a energia chega até minha casa? Quantos recursos ambientais foram perdidos?
Entender que para essa energia chegar em minha casa demandou a perda de milhares de seres vivo,animais e vegetais,desapropriações de moradias para construção das Hidrelétricas, dentre outros.
A educação ambiental transformadora, alerta para que os cidadãos reflitam a partir desse entendimento na escolhas das formas de energias alternativas ( eólica a dos ventos a solar e outras ).
Pensar a educação ambiental transformadora, é também pensar nas dimensões pedagógicas, na sociedade, nas atividades econômicas, na natureza, na mente, no corpo, matéria, espírito,razão e emoção.
Para isso, a escola como espaço de produção do conhecimento e formação de valores humanos, não pode deixar de envolver a juventude nesse contexto. Há necessidade de prepara os jovens para dar continuidade a luta socioambiental, os jovens como sujeito da transformação.
Portanto é necessário além dos conhecimentos das vertentes ambientais sociais, também aceitar desafios a como:
-Criação de redes de juventude estudantil pelo meio ambiente e sustentabilidade
-Criação de coletivos e conselhos
- Articular integrar às discussões como primeiro emprego, segundo e terceiros empregos, meio ambiente, educação, política
-Articular e influenciar para as políticas públicas.
Acreditamos na energia e magia da juventude, Como motivação para mudanças profundas no contexto PLANETÁRIO. Para isso é necessário que cada um faça sua parte, pois ser cidadão é também participar sair da inércia e de se colocar como agente de transformação evitando o conformismo e a naturalização das coisa, rebelar-se de forma saudável na consciência e nas ações. Exigir direitos é também repensar os deveres.
Eunice Sousa
Conselheira Meio Ambiente
CUT- BAHIA
Campanha contra a Dengue

ESCOLA PÚBLICA E CUT- BAHIA FAZEM CAMPANHA CONTRA A DENGUE
A cidadania é vista como conjunto de direitos que possibilita as pessoas a participarem da vida social e da tomada de decisões na sociedade. A conquista desses direitos decorreu dos movimentos e lutas sociais por muitos cidadãos brasileiros. Muitos o consideram como privilégios, vêem a cidadania apenas como direito de votar e pagar impostos.
Por isso, é preciso entender que através de uma sociedade organizada se conquistas a cidadania. Ter consciência que as nossas ações cotidianas também contribuem para efetivação dessas conquistas.
Assim, pensar cidadania é também pensar como formar cidadãos concisos de seus direitos e, a escola como promotora de ações que visam a formar sujeitos críticos e ativos, não poderá isentar-se dessas propostas.
Contribuir para a conscientização de cidadãos a cerca do que é ter saúde, no tocante aos índices alarmantes da Dengue no estado da Bahia, a partir de atividades que serão desenvolvidas no C.E.C.R Escola Classe IV, por professore(as) alunos(as) e comunidade , em parceria com a Central Única dos Trabalhadores ( CUT –Bahia) cujo foco será a Saúde como direito dos cidadãos e dever do Estado promovê-los conforme explicitado na Constituição Federal de l988 no art. 196, e Declaração dos Direitos Humanos Art.25.
Neste sentido, estão sendo desenvolvidas atividades no âmbito da Escola e comunidade do seu entorno com o propósito de esclarecimento aos problemas de saúde e propostas de solução para diminuição e prevenção dos casos de Dengue. Dentre essas ações, a Escola Classe IV estará também fazendo uma caminhada no próximo dia 04/04/2009 nas ruas do Bairro da Caixa D’água, com a finalidade de chamar à atenção da população local para os riscos que estão correndo, e se engajarem nessa luta que é de todos nós.
EUNICE S. SOUSA
Gestora Ambiental
Conselheira de Meio Ambiente
CUT-BAHIA
A cidadania é vista como conjunto de direitos que possibilita as pessoas a participarem da vida social e da tomada de decisões na sociedade. A conquista desses direitos decorreu dos movimentos e lutas sociais por muitos cidadãos brasileiros. Muitos o consideram como privilégios, vêem a cidadania apenas como direito de votar e pagar impostos.
Por isso, é preciso entender que através de uma sociedade organizada se conquistas a cidadania. Ter consciência que as nossas ações cotidianas também contribuem para efetivação dessas conquistas.
Assim, pensar cidadania é também pensar como formar cidadãos concisos de seus direitos e, a escola como promotora de ações que visam a formar sujeitos críticos e ativos, não poderá isentar-se dessas propostas.
Contribuir para a conscientização de cidadãos a cerca do que é ter saúde, no tocante aos índices alarmantes da Dengue no estado da Bahia, a partir de atividades que serão desenvolvidas no C.E.C.R Escola Classe IV, por professore(as) alunos(as) e comunidade , em parceria com a Central Única dos Trabalhadores ( CUT –Bahia) cujo foco será a Saúde como direito dos cidadãos e dever do Estado promovê-los conforme explicitado na Constituição Federal de l988 no art. 196, e Declaração dos Direitos Humanos Art.25.
Neste sentido, estão sendo desenvolvidas atividades no âmbito da Escola e comunidade do seu entorno com o propósito de esclarecimento aos problemas de saúde e propostas de solução para diminuição e prevenção dos casos de Dengue. Dentre essas ações, a Escola Classe IV estará também fazendo uma caminhada no próximo dia 04/04/2009 nas ruas do Bairro da Caixa D’água, com a finalidade de chamar à atenção da população local para os riscos que estão correndo, e se engajarem nessa luta que é de todos nós.
EUNICE S. SOUSA
Gestora Ambiental
Conselheira de Meio Ambiente
CUT-BAHIA
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